Entusiamo e promessa
O problema não é de entusiasmo e sim de esforço persistente. Não podemos dispensar as soluções vagarosas. Raros amigos conseguem guardar uniformidade de emoção e idealismo nas edificações espirituais. Constantemente vemos desfilar as promessas novas e os votos de serviço.
- Ao primeiro embate com as necessidades reais do trabalho, reduzido número de companheiros permanece fiel à própria consciência.
- Nas horas calmas, grandes louvores.
- Nos momentos difíceis, disfarçadas deserções, a pretexto de incompreensão alheia.
Na maioria dos casos, nossos irmãos são prestativos e caridosos_com_o_próximo, em se tratando das necessidades materiais, mas quase sempre continuam sendo menos bons para si mesmos, por se esquecerem de aplicação da luz evangélica à vida prática.
- Prometem excessivamente com as palavras; todavia, operam pouco no campo dos sentimentos.
- Com exceções, irritam-se ao primeiro contato com a luta mais áspera, após reafirmarem os mais sadios propósitos de renovação e, comumente, voltando cada semana ao núcleo de preces, estão nas mesmas condições, requisitando conforto e auxílio exterior.
- Não é com facilidade que cumprem a promessa de cooperação com o Cristo, em si próprios, base fundamental da verdadeira iluminação.
Encontrando-se sob as irradiações do banho de luz a que se submetem através do serviço espiritual como a oração. Se conseguissem manter semelhante estado mental, pondo em prática as regras de perfeição que aprendem, comentam e ensinam, fácil lhes seria atingir positivamente o nível superior da vida. Cada hábito menos digno, adquirido pela alma no curso incessante dos séculos, funciona qual entidade viva, no universo de sentimentos de cada um de nós, compelindo-nos às regiões perturbadas e oferecendo elementos de ligação com os infelizes que se encontram em nível inferior.
Fontes:
Livro: "Missionários da Luz", de André Luiz, por Chico Xavier;
Romeu Leonilo Wagner, Belém, Pará.
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