terça-feira, 21 de maio de 2013

PRECEITOS DE PAZ


Agora é o seu mais belo momento de realizar o bem.

Ontem passou e amanhã está por vir.

Qualquer encontro é uma grande oportunidade.

Pense nas sementes minúsculas de que a floresta nasceu.

Não deixe de falar, mas aprenda a ouvir.

Quem sabe escutar pacientemente, encontra pistas notáveis para o êxito no serviço que abraçou.

Fuja de cultivar conversações menos dignas.

O interlocutor terá vindo buscar o seu respeito a Deus e à vida, a fim de equilibrar-se.

Não dê tempo às lamentações.

Meia hora de trabalho, no auxílio ao próximo, muitas vezes consegue alterar profundamente os nossos destinos.

Não mostre rosto triste.

Muita gente precisa de sua alegria para levar alegria aos outros.

Não menospreze quem bate à porta, conquanto nem sempre esteja você disponível.

Em muitas ocasiões, aquele que aparentemente incomoda é o portador de grande auxílio.

A ninguém considere inútil ou fraco.

Um palácio, comumente, é construção enorme; no entanto, nem sempre oferece agasalho ou acesso, sem a colaboração de uma chave.

Não persista em obstinações, reações ou discussões desnecessárias.

Em muitos casos, um simples prego, atacando uma roda, pode retardar a viagem num carro perfeito.
Auxilie a todas as criaturas que lhe partilham o clima individual.

Ainda mesmo na doença mais grave ou na penúria mais avançada, você pode prestar um grande serviço ao próximo: você pode sorrir.

ANDRÉ LUIZ
Francisco Cândido Xavier
QUANTO AOS OUTROS


Se você acredita que pode alcançar a sublimação espiritual sem os outros, decerto ainda não chegou à verdade.

A vida foi criada, à feição de máquina complexa, em que as peças diferenciadas, entre si, guardam função específica.

Não fuja à engrenagem do seu grupo se deseja aperfeiçoar-se e progredir.

Os outros são as áreas destinadas à complementação e melhoria dos seus próprios reflexos.
Através deles, é que você se analisa para observar-se com segurança.

Não intente transformá-los, de imediato, porque qual ocorre conosco, são espíritos em evolução, caminhando entre dificuldades e sombras, para o conhecimento superior.

Não exija deles a perfeição que estamos ainda longe de possuir.

Esse nos ensina paciência, aquele a compreensão, aquele outro o imperativo da bondade, tanto quanto somos pessoalmente para cada um deles testes vivos nesses mesmos assuntos.

Acredite: sempre que os outros nos apareçam à maneira de problemas, somos para eles outros tantos problemas a resolver.

Diz você que precisa identificar-se com a vida e descobrir-se para fazer o melhor, entretanto, unicamente pelos outros é que você se encontra e se realiza para as conquistas supremas da felicidade e do amor.

VAMOS REFLETIR NESSA MENSAGEM E ACREDITAR DE VERDADE 
QUE NINGUÉM PODE VIVER SOZINHO!
CRIAÇÃO VERBAL


"Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não..." - Jesus. (Mateus, 5:37.)

Toda frase, no mundo da alma, é semelhante a engenho de projeção suscitando imagens na câmara oculta do pensamento.

Temos, assim, frases e frases: duras como aço; violentas como fogo; suaves como brisa; reconfortantes como sol; mordentes quais lâminas; providenciais como bálsamos.

À vista disso, todos nós carregamos, no estoque verbalístico, palavras e palavras:

palavras - bênçãos;
palavras - armadilhas;
palavras - charcos;
palavras - luzes;
palavras - esperanças;
palavras - alegrias;
palavras - promessas;
palavras - realizações;
palavras - trevas;
palavras - consolos;
palavras - aflições;
palavras - problemas.

Sabendo nós que o Criador, ao criar a criatura, criou nessa mesma criatura o poder de criar, é forçoso reconhecer que toda frase cria imagens e toda imagem pode criar alguma coisa. Saibamos, assim, compor as nossas frases com as nossas melhores palavras, nascidas em nossos melhores sentimentos, porque toda peça verbal rende luz ou sombra, felicidade ou sofrimento, bem ou mal para aquele que lhe faz o lançamento na Criação.

pelo Espírito Emmanuel - Do livro: Benção de Paz, Médium: Francisco Cândido Xavier.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

O UMBRAL

Localiza-se em um universo paralelo que ocupa um espaço invisível aos nossos sentidos que vai do solo terrestre até a algumas dezenas de metros de altura na nossa atmosfera.

O tempo, e as condições climáticas do Umbral seguem um ritmo equivalente ao local terrestre onde se encontra. Quando é noite sobre uma cidade, é noite em sua equivalência no Umbral. A névoa densa que cobre toda atmosfera dificulta a penetração da luz solar e da lua. A impressão que se tem é que o dia é formado por um longo e sombrio fim de tarde. A noite não é possível ver as estrelas e a lua aparece com a cor avermelhada entre grossas nuvens. Sua maior concentração populacional está junto as regiões mais populosas do globo. Encontramos cidades de todos os portes, grupos de nômades e espíritos solitários que habitam pântanos, florestas e abismos.

É descrito por quem já esteve lá como sendo um ambiente depressivo, angustiante, de vegetação feia, ambientes sujos, fedorentos, de clima e ar pesado e sufocante. Para alguns espíritos é uma região terrível e horripilante. Para outros é o local onde optaram viver. A vegetação vária de acordo com a região do Umbral. Muitas vezes constituída por pouca variedade de plantas. As árvores são normalmente de baixa estatura, com troncos grossos e retorcidos, de pouca folhagem. Existem também áreas desertas, locais rochosos, e lugares de vegetação rasteira composta de ervas e capim. É possível encontrar alguns tipos de animais e aves desprovidos de beleza. No Umbral se encontram montanhas, vales, rios, grutas, cavernas, penhascos, planícies, regiões de pântano e todas as formas que podem ser encontradas na Terra.

Como os espíritos sempre se agrupam por afinidade (igual a todos nós aqui na Terra), ou seja, se unem de acordo com seu nível vibracional, existem inúmeras cidades habitadas por espíritos semelhantes. Algumas cidades se apresentam mais organizadas e limpas do que outras. Todas possuem espíritos lideres que são chamados de diversos nomes: chefes, governadores, mestres, presidentes, imperadores, reis, etc. São espíritos inteligentes mas que usam sua inteligência para a prática consciente do mal. São estudiosos de magia, conhecem muito bem a natureza e adoram o poder, quase sempre odeiam o bem e os bons que podem por em risco sua posição de liderança.

Há grupos de pessoas nas cidades que trabalham para os chefes. Acreditam ter liberdade e muitas vezes gostam de servirem seu chefe na ansiedade pelo poder e status. Consideram-se livres, mas na verdade não o são, ao menor erro ou na tentativa de fugir são duramente punidos.

Existem os espíritos escravos que vivem nas cidades realizando trabalho e mantendo sua estrutura sem receberem nada em troca além da possibilidade de lá morarem. São duramente castigados quando desobedecem e vivem cercados pelo medo imposto pelo chefe da cidade.

As cidades possuem construções semelhantes as que encontramos nas cidades da Terra. As maiores construções são de propriedade do chefe e de seus protegidos. Sempre existem locais grandiosos para festas, e local para realização de julgamentos dos que lá habitam. Em cada cidade existem leis diferentes especificadas pelos seus lideres. Lá também encontramos bibliotecas recheadas de livros dedicados a tudo que de mal e negativo possa existir. Muitos livros e revistas publicados na Terra são encontrado lá, principalmente os de conteúdo pornográfico.

Pode-se se perguntar. Porque é permitido que existam estes chefes e desta estrutura negativa de tanto sofrimento? Deus nos permite tudo, ele nos deu o livre arbítrio. O homem tem total liberdade para fazer tudo de ruim ou tudo de bom. Quando faz ou constrói algo de ruim acaba se prejudicando com isso e aos poucos, com o passar de anos ou de séculos vai aprendendo que o único caminho para a libertação do sofrimento e da felicidade plena é a prática do bem. A vida na Terra e no Umbral funcionam como grandes escolas onde aprendemos no amor ou na dor.

Ninguém vai para o UMBRAL por castigo. A pessoa vai para o lugar que melhor se adapta a sua vibração espiritual. Quando deseja melhorar existe quem ajude. Quando não deseja melhorar fica no lugar em que escolheu. Todos que sofrem no Umbral um dia são resgatados por espíritos do bem e levados para tratamento para que melhorem e possam viver em planos de vibrações superiores. Existem muitos que ficam no Umbral por livre e espontânea vontade se aproveitando do poder e dos benefícios que acreditam ter em seus mundos.

Além das cidades encontramos o que é chamado de Núcleos. Não constitui uma cidade organizada como conhecemos, mas se trata de um agrupamento de espíritos semelhantes. Os grupamentos maiores e mais conhecidos são os dos suicidas. Estes núcleos são encontrados nas regiões montanhosas, nos abismos e vales. Por serem espíritos perturbados são considerados inúteis pelos habitantes do Umbral e por isto não são aceitos e nem levados para as cidades em volta. Os vales dos suicidas são muito visitados por espíritos bons e ruins. Os bons tentam resgatar aqueles que desejam sair dali por terem se arrependido com sinceridade do que fizeram. Os espíritos ruins fazem suas visitas para se divertirem, para zombarem ou para maltratarem inimigos que lá se encontram em desespero. Não é difícil imaginar um local com centenas de milhares de pessoas que cometeram suicídio, todas ali unidas, sem entender o que está acontecendo já que não estão mortas como desejariam estar.

Existem os núcleos de drogados onde também existem pequenas cidades. Existem algumas poucas cidades de drogados de porte grande no Umbral. Realizam-se grandes festas e são cidades movimentadas. Existem relatos psicografados sobre uma região de drogados chamada de Vale das Bonecas e cidades como a de Tongo que é liderada por um Rei. Para todo tipo de vício da carne existem cidades e núcleos de viciados. Por exemplo, existem cidades de alcoólatras ou de compulsivos sexuais. Todos os viciados costumam visitar o planeta Terra em bandos para sugarem as energias prazerosas dos vivos que possuem os mesmos vícios.

É comum a existência de núcleos de marginais. Locais onde estão reunidos assaltantes, assassinos, ladrões, traficantes, e outros tipos de criminosos em sintonia mútua.

Nas regiões fora das cidades e longe dos núcleos encontramos andarilhos solitários, espíritos considerados inúteis até pelos povos de cidades e núcleos do Umbral.

Grandes tempestades de chuva e raios ocorrem em todo Umbral. Tem importante função de limpar os excessos de energias negativas acumuladas no solo e no ar, tornando o ambiente menos insuportável aos seus habitantes.

As cidades, tribos e vilarejos do Umbral normalmente possuem chefes ou lideres. São pessoas inteligentes com capacidade de liderança que costumam controlar, dominar e explorar as almas que nestas cidades residem. Como pode ver não é muito diferente da vida aqui na Terra onde temos exploradores e explorados. Exercem seu controle a partir do medo, das mentiras, da escravidão, de regras rígidas e violência. Algumas sabem que estão no Umbral e sabem que trabalham pelo mal das pessoas. Seu reinado não dura muito tempo já que espíritos superiores trabalham para convencer sobre o mal que faz a si mesmo fazendo o mal aos outros. É comum que estes “chefes” desapareçam inesperadamente destas cidades por terem sido resgatados por bons Samaritanos em sua missão. Em pouco tempo uma nova liderança acaba assumindo o posto de chefe nestas cidades.

As regiões umbralinas são as que mais se parecem com a Terra. Os espíritos por estarem ainda muito atrelados a vida material, por lhe faltarem informação e conhecimento acabam vivendo suas vidas como se realmente estivessem vivos. As necessidades básicas do corpo acabam se manifestando nestes espíritos. Sofrem por sentirem dores, sono, fome, sede, desejos diversos.

No Umbral encontramos grupos de pessoas que se consideram justiceiras. Coletam espíritos desorientados em hospitais, cemitérios, e no próprio umbral. Pessoas que fizeram muito mal a outras durante a vida ou em outras vidas, e pessoas que fizeram poucos amigos e por isto não tem quem as possa ajudar. Estes espíritos sedentos de vingança e de justiça feita pelas próprias mãos conseguem aprisionar e escravizar as pessoas que capturam. Acreditam que as pessoas que estão no Umbral só estão lá por merecimento. E isto não deixa de ser verdade. Mas no lugar de ajudar estas pessoas eles a maltratam por vingança e ódio pelo mal que cometeram em quanto estavam vivas.

Somente quando estas pessoas se arrependem dos erros que cometem na Terra e esquecem os sentimentos negativos que ainda nutrem é que os espíritos mais elevados conseguem se aproximar para seu resgate.
 — comGrupo Espírita Fuente De Paz Montevideo e outras 98 pessoas.
Vacinas da Alma


Não permita que o seu modo de falar se transforme em agressão. Ao falar, evite comentários ou imagens contrárias ao bem. Trazer assuntos infelizes à conversação, lamentando ocorrências que já se foram, é requisitar a poeira de caminhos já superados, complicando paisagens alheias. Atacar alguém será destruir hoje o nosso provável benfeitor de amanhã.

Não exageres sintomas ou deficiências com os fracos ou doentes, porque isso viria fazê-los mais doentes e mais fracos.

Na base da esperança e bondade, não existe quem não possa ajudar conversando.

Da mente aos lábios, temos um trajeto controlável para as nossas manifestações.

Por isso, tão logo a idéia negativa nos alcance a cabeça, arredemo-la, porque um pensamento pode ser substituído, de imediato, no silêncio do espírito, mas a palavra solta é sempre um instrumento ativo em circulação.

Emmanuel
NINGUÉM MORRE


Não reclames da Terra...

Os seres que partiram...

Olha a planta que volta...

Na semente a morrer.

Chora, de vez que o pranto

Purifica a visão.

No entanto, continua

Agindo para o bem.

Lágrima sem revolta

É orvalho da esperança.

A morte é a própria vida

Numa nova edição.

Espírito: EMMANUEL
Médium: Francisco Cândido Xavier

domingo, 19 de maio de 2013

Filhos da Luz 


Estais encarnados na Terra em momento crucial  da evolução humana.

Nunca, qual ocorre hoje, o choque entre as conquistas e as realizações científicas promoveu  a cultura e a civilização, mas a vertical do amor não arrancou o ser do báratro no qual se debate em agonia.

Volvestes ao proscênio das lutas humanas incendiados pela fé, que momentaneamente bruxuleia em razão da densa treva que tudo envolve e quase tudo invade.

Tendes a honra de conhecer pela experiência e pela razão, a mensagem libertadora do amor conforme a viveram Jesus e os seus apóstolos. Não obstante, permaneceis irresolutos ante as atitudes a tomar, os caminhos a percorrer, as definições a assumir.

Não postergueis em demasia o momento da vossa plenitude, ensejando aos irmãos da retaguarda o pão de luz do Evangelho restaurado.

Vivei de tal forma, lúcidos e equilibrados, que a vossa existência se transforme em modelo para os que ainda não encontraram parâmetros a seguir, já que estamos distantes do Cristo, o Modelo de todos nós.

Não relacioneis queixas, nem reclamações, 
anotando pequenez e guardando ressaibos tão naturais na luta do cotidiano.

Quem se detém a recolher calhaus, permanece de mãos feridas, e quem vive a buscar espículos encontra-os antes de defrontar as rosas... 

Filhos da Luz: convido-vos a mudardes as paisagens tristes do planeta de tantas belezas, para que a verdadeira moral do Cristo predomine nos corações.

Conheceis Jesus, sabeis da Sua instrução, anotastes as suas recomendações. Agora, falta a decisão para seguirdes acompanhados e inspirados por nós, vossos amigos desde há muito.

Sigamos juntos, na certeza de que alcançaremos a montanha da sublimação, longe da dor e das aflições, livres dos tormentos e das amarguras típicas da indecisão...

A Luz Eterna brilha.

Sois filhos da Luz!

Segui adiante, sem tergiversações, sem dubiedades, como fez o incomparável Mestre.

Joanna de Ângelis
AGORA, NÃO DEPOIS
Emmanuel


Nem cedo, nem tarde.

O presente é hoje.

O passado está no arquivo.

O futuro é uma indagação.

Faze hoje mesmo o bem a que te determinaste.

Se tens alguma dádiva a fazer, entrega isso agora.

Se desejas apagar um erro que cometeste, consciente ou inconscientemente, procura sanar essa falha sem delongas.

Caso te sintas na obrigação de escrever uma carta, não relegues semelhante dever ao esquecimento.


Na hipótese de idealizares algum trabalho de utilidade geral, não retardes o teu esforço para trazê-lo à realização.


Se alguém te ofendeu, desculpa e esquece, para que não sigas adiante carregando sombras no coração.
Auxilia aos outros, enquanto os dias te favorecem.


Faze o bem agora, pois, na maioria dos casos, “depois” significa “fora de tempo”, ou tarde demais.
PEQUENO ROTEIRO DE VIGILÂNCIA DOUTRINÁRIA 


Estude seriamente a Doutrina Espírita. - Uma leitura indiferente das obras básicas do Espiritismo não lhe dará fortaleza, que nasce na convicção racional, a fim de manter um padrão de equilíbrio compatível com as necessidades evolutivas. 

Consulte freqüentemente a Codificação Kardequiana.Nos livros fundamentais você encontrará os recursos para conduzi-lo com valor em todas as situações.

Revise os ensinos espíritas, insertos em "O Livro dos Espíritos" sempre que deseje firmeza doutrinária. - O Espiritismo, para ser melhor entendido e praticado, deve ser detidamente examinado.

Alargue os horizontes doutrinários com a literatura mediúnica. - No entanto, recorde os fundamentos Kardecistas para ser lógico e sentir com discernimento.

Faça dos livros espíritas seus melhores conselheiros. - Selecione, todavia, os autores, mantendo a diretriz do "bom senso" e a independência de exame que norteou o eminente Missionário lionês

Em qualquer dúvida doutrinária, procure as fontes autênticas da Terceira Revelação. - As mais preciosas opiniões guardam as idéias daqueles de quem procedem. Nas obras básicas da Doutrina você encontrará sempre as respostas dos Espíritos sábios e as ponderadas elucidações do eminente codificador.

Medite cada questão apresentada na Codificação e complemente-a com o estudo das obras responsáveis com que os Espíritos da Luz têm enriquecido a Terra, na atualidade. - Um curso de Espiritismo não pode ser improvisado.

Receba com cuidado as "conclusões" de pesquisadores apressados em matéria doutrinária e não se deixe seduzir pelas "revelações" do Mundo Espiritual. - Zele pelo Espiritismo não propagando informes sem comprovação, Allan Kardec continua atual e irrepreensível. Recorde a austeridade e o discernimento com que ele examinava as informações que procediam de todo o lugar.

Não aceite as explicações simplistas, sobre temas espíritas. - Pesquise sem cessar. O que hoje parece nebuloso, amanhã ressurgirá, após exame cuidadoso, com aspecto novo e claro. Por isso estude as obras do Codificador com espírito de indagação e sede de esclarecimento.

Viva, cada dia, como um verdadeiro espírita, sendo hoje melhor do que ontem e amanhã mais cristão do que hoje, porque o verdadeiro espírita, como esclarece Allan Kardec, é um verdadeiro cristão. - Assim fazendo, você descobrirá que o Espiritismo que lhe aquece a vida é sol de abençoada luz, clareando-o por dentro.

Leopoldo Cirne

sábado, 18 de maio de 2013

CONVITE FRATERNAL
Emmanuel


Efetivamente, grandes tribulações varrem a Terra. E decerto que os teus ouvidos lhes registram os ecos.

São grupos de criaturas em sofrimento.

Vemos os companheiros tresmalhados na delinqüência, nos recantos de reajuste e reeducação que os segrega; as mulheres que fizeram da liberdade a pesada corrente que as prende à solidão; os casais infelizes que acreditaram nas seduções do amor livre e caíram nos cativeiros da alma; os amigos entediados que se inclinam para o suicídio; os pais agoniados procurando os filhos queridos que a provação ocultou nas sombras da morte, e os doentes que se entregam ao desespero...

Vimos outros: os desencarnados que nós engajamos na Causa do Cristo e que nós espalhamos por toda parte, rogando vozes que lhes traduzam a palavra junto dos homens e mãos operosas que os auxiliem no pronto socorro da paz.

Se o nosso apelo te alcança o coração, vem e auxilia-nos!...

Aceita o nosso convite à solidariedade e trabalhemos unidos.

Vem e age conosco, que também somos servidores frágeis e pequeninos...

Para isso, ninguém te pede certidão de santidade, em demonstrações de grandeza. Basta que nos estendas a tua migalha de colaboração e uma réstia de luz.
ANTE A CALÚNIA


É inevitável ser vítima da calúnia, que faz parte do orçamento moral de muitas pessoas, a fim de ser apresentada no mercado da leviandade humana.

Muitos se comprazem em urdi-la e desferi-la, por inveja, ciúme ou, simplesmente, por doença moral.

Outros se encarregam de divulgá-la, alegrando-se em fazê-lo, porque também atormentados.

Não sintonizes com aqueles que vivem nessa faixa.

Igualmente não te permitas atingir pelas farpas caluniosas que te arrojam.

Vive de tal forma, que o caluniador fique desmoralizado por falta de provas.

Cada dia é lição que se transforma em vida, ao longo do teu caminho eterno.

Diariamente surgem episódios de calúnia, intentando alcançar alguém.

Assim, perdoa o caluniador. Ele não fugirá de si mesmo.

Contam que uma caluniadora buscou o seu confessor e narrou, arrependida, a sua insensatez.

Pedindo a absolvição para o triste delito, perguntou ao ouvinte atento qual era a sua penitência.

Aquele reflexionou e pediu-lhe que fosse ao lar e trouxesse uma almofada de plumas, subisse à torre da igreja e dali as espalhasse ao vento com máximo cuidado, e, após, viesse receber a competente liberação.

Tão logo terminou de fazê-lo, a confessa retornou e perguntou:

— E agora?

— Volta lá — respondeu o sacerdote — recolhe todas as plumas e refaze a almofada.

A calúnia são plumas ao vento que vão sempre adiante para a amargura do caluniador.

Pelo Espírito: JOANNA DE ÂNGELIS
Psicografia: Divaldo Pereira Franco
Livro: "Episódios Diários" - EDITORA LEAL
MELINDRES



Não permita que suscetibilidades lhe conturbem o coração.

Dê aos outros a liberdade de pensar tanto quanto você é livre para pensar como deseja.

Cada pessoa vê os problemas da vida em ângulo diferente.

Muita vez, uma opinião diversa da sua, pode ser de grande auxílio em sua experiência ou negócio, se você se dispuser a estudá-la.

Melindres arrasam as melhores plantações de amizade.

Quem reclama agrava as dificuldades.

Não cultive ressentimentos.

Melindrar-se é um modo de perder as melhores situações.

Não se aborreça, coopere.

Quem vive de se ferir acaba na condição de espinheiro.

Espírito: ANDRÉ LUIZ
Psicografia: Francisco Cândido Xavier

quinta-feira, 16 de maio de 2013

DIANTE DE QUEM


"Diante de quem te enganou, traindo a tua confiança, o teu ideal, ou envolvendo-te em malquerença, mantém-te sereno.

O enganador é quem deve estar inquieto, e não a sua vítima.

Nunca te permitas demonstrar que foste atingido pelo petardo da maldade alheia.

No teu círculo familiar ou social sempre defrontarás com pessoas perturbadoras, confusas e agressivas.

Não te desgastes com elas, competindo nas faixas de desequilíbrio em que se fixam.Constituem teste à tua paciência e serenidade. Assim exercita-te com essas situações para, mais seguro, enfrentares os grandes
testemunhos e provações do processo evolutivo, sempre, porém, com serenidade."

(“Dimensões da Verdade”, Joanna de Ângelis/Divaldo Franco)
NINGUÉM EDIFICARÁ


"Ninguém edificará o santuário da fé no coração, sem associar-se, com toda alma, ao trabalho, naquilo que o trabalho oferece de belo e de superior dentro da vida.

Para alcançar, porém, a divina construção, não nos basta os primores intelectuais, a eloqüência preciosa, o êxtase contemplativo ou a desenvoltura dos cálculos no campo da inteligência.

Grandes gênios do raciocínio são, por vezes, demônios da tirania e da morte.

Admiráveis doutrinadores, em muitas ocasiões, são vitrinas de palavras brilhantes e vazias."

("A verdade responde", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)
POBREZA E RIQUEZA


* O pobre, pobre de humildade e de espírito de serviço, é o irmão dileto do rico, rico de avareza e indiferença.

* O pobre, rico de resignação e de atividade no bem, é o companheiro ideal do rico, rico de bondade e entendimento.

* Pobreza e riqueza são portas abertas à glorificação espiritual. Na primeira, é mais fácil aprender a servir, na segunda, a ciência de dar exige agradável acesso.

* Não vale a pobreza sem a conformação e ruinosa é a riqueza insensata.

Todos os homens, na intimidade de si mesmos, são defrontados por desafios da
carência e da fortuna que os convocam ao esforço de sublimação.
Aquele que se empobrece de ignorância e maldade, buscando enriquecer-se de amor
e sabedoria, no serviço ao próximo, através do trabalho e do estudo incessantes,
adquirindo compreensão e conhecimento, luz e paz, diante das Leis Divinas, é, de todos
os pobres e de todos os ricos, o homem mais valioso e mais feliz.

André Luiz

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Conclusões equivocadas


Eram dois vizinhos que mantinham um bom relacionamento de amizade.
Um deles comprou um coelho para os filhos. Logo, os filhos do outro vizinho também desejaram um animal de estimação.
O pai lhes comprou um filhote de pastor alemão.
A preocupação teve início. O dono do coelho achou que o cão poderia comer o seu animalzinho.
O outro acreditava na boa índole e afirmou que o pastor era filhote. Bastaria que os animais fossem colocados juntos, aprendessem a conviver desde cedo e tudo daria certo.
Eles seriam amigos. E por um tempo foi assim. Juntos cresceram e se tornaram amigos.
Era comum ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.
As crianças, felizes, com os dois animais.
Certa sexta-feira, o dono do coelho resolveu viajar com a família. O animal ficou sozinho.
No domingo à tarde, o dono do cachorro com sua família tomava um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes.
O pobre animal estava imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. Deram-lhe uma grande surra.
Depois, veio o dilema: "o que fazer, agora? Afinal, o vizinho estava certo. O cão mataria o coelho."
Os donos do animal morto logo chegariam. O que fazer? Como consertar o estrago?
Enquanto isso, lá fora, o cachorro chorava, lambendo os seus ferimentos.
A grande dificuldade era como explicar para os filhos do vizinho o que acontecera com seu amado animalzinho.
Então surgiu a de lavar o coelho, deixá-lo limpinho, secá-lo com o secador, arrumar bem o pelo e o colocar em sua casinha.
Assim pensaram. Assim fizeram. Até perfume colocaram nele.
Ao final, as próprias crianças disseram: "Parece vivo! Ficou lindo."
Pouco depois, ouvem a algazarra da família ao lado chegando. As crianças gritam.
O coração dos donos do cão batia forte e eles pensaram: pronto! Descobriram!
Passados alguns minutos, o dono do coelho bate na porta, assustado. Parecia ter visto um fantasma.
"O que foi?" Perguntam.
"O coelho, o coelho... morreu!" Diz aquele.
"Morreu?" - inocentemente fala o pai da família dona do cão. "parecia tão bem hoje à tarde."
"Morreu na sexta-feira!" - exclama o outro.
"Na sexta?"
"Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal. Imagine que agora está lá na casinha, limpo, branquinho, reapareceu!"
A história termina aqui. Não importa o que aconteceu depois. O que merece ser examinada é a situação do pobre cachorro.
O pobrezinho, desde a sexta-feira, quando sentiu falta do amigo, começou a farejar.
Finalmente, descobriu o corpo morto e enterrado. Com o coração partido, ele desenterrou o amigo de infância e foi mostrar aos seus donos.
Talvez esperasse que eles o pudessem ressuscitar. E o que acontece? Pancadas e mais pancadas. Simplesmente porque expressava a sua preocupação com um amigo.
Quase sempre procedemos assim em nossos relacionamentos. Julgamos os outros, sem antes verificar o que aconteceu de fato.
É suficiente que suspeitas sejam levantadas contra alguém, e estamos prontos a nos afastar da pessoa. E até a comentar, continuar divulgando os fatos ouvidos.
Tudo sem antes verificar se os fatos são verdadeiros, sem ir indagar daquele de quem se fala, o que, de verdade, está acontecendo.
E assim velhas amizades são destruídas. Reputações são manchadas.
Pessoas nobres recebem ingratidão. Tudo porque, quase sempre, tiramos conclusões precipitadas das situações e nos achamos donos da verdade.
Pensemos nisso!

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em história de autoria ignorada

segunda-feira, 13 de maio de 2013


O sentimento íntimo que temos da existência de Deus não é fruto da educação, nem resultado de idéias adquiridas.
A prova disso é que esse sentimento é universal e o encontramos mesmo entre selvagens.
Esse sentimento instintivo a respeito da existência de um ser superior nos afirma que Deus existe.
Foi isso que dana aprendeu com seu filho. Quando ela mesma era criança, não conseguia entender algumas coisas que lhe ensinavam.
Por exemplo, perguntava, se os anjos ficavam tocando música no céu, como é que as nuvens conseguiam sustentar os pianos?
Ou então, como é que Jesus poderia ajudar alguém ficando preso a uma cruz com pregos enfiados em suas mãos?
Porque não encontrasse as respostas adequadas, ela abandonou a religião e passou a não acreditar em Deus. Casou, tornou-se mãe e nunca a questão religiosa foi tratada em seu lar.
Agora, sozinha com seu filho de 4 anos, ela estava ansiosa por notícias de seu marido. Ele partira para o Iraque, convocado pelo exército.
Ela temia que ele não voltasse. Estranhamente, o pequeno Luke falava calmamente com seu pai ao telefone.
Certa noite em frente à TV, ela ouviu a entrevista de um soldado que estava de licença para se casar.
Ele dizia ter medo de voltar para o Iraque, porque aquilo tudo era muito perigoso.
Pelo canto do olho, dana viu que Luke, sentado também em frente à TV juntou os dedinhos e baixou a cabeça por uns segundos.
"O que é que você está fazendo, filho?"
Ele não quis contar. Mas, depois de alguns minutos, repetiu o gesto. Ela insistiu: "Filho, você não precisa me contar se não quiser. Mas se quiser, estou ouvindo."
O menino cravou nela os olhos límpidos e falou baixinho: Estou rezando pelo papai.
Ela ficou desconcertada. A forma como criara seu filho o fazia sentir vergonha por rezar por seu pai, na sua própria casa.
Como a semente da fé fora parar no coração de seu filho ela desejava saber.
Por isso, perguntou quando ele começara a acreditar em Deus.
"Eu não sei", foi a resposta do garoto. "Sempre soube que ele existia."
A jovem mãe se deu conta que a fé havia encontrado um caminho até o coração de seu filho. Uma fé incondicional.
O garoto orava e guardava a certeza que Deus traria seu pai de volta.
E o trouxe. Contudo, se algo houvesse acontecido a ele, Luke saberia que seu pai estaria esperando por ele, em algum lugar, além desta vida.
Uma fé que o faz ter absoluta certeza que tudo é possível. E que, ao fim de sua vida, ele vai se juntar a seus heróis e entes queridos, mamãe, papai, avós e até o seu boneco de brinquedo.
As preces de Luke se estendem ao infinito e além. Ele tem certeza da existência de Deus, um Pai que o ama e se importa com ele, com seus amores. Seus brinquedos, com o seu mundo.
***
Quem tem fé, olha para a vida com lentes especiais. Quando caminha ao longo de um rio, não vê apenas a água correndo pelas pedras.
A paisagem o enche de êxtase. Enxerga um reino de esperança além deste mundo, enquanto os demais vêem apenas um regato murmurando.
Quem tem fé, contempla as estrelas com a certeza de que um dia todos chegaremos lá. Não importa quanto demore, o quanto custe.
Um dia, perfeitos, viveremos nas estrelas mais brilhantes, celestes mundos criados por Deus para a morada dos seus filhos.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no artigo A prece de Luke, de Dana Tierney, da Revista Seleções do Reader’s Digest de maio.2005 e nas perg. 5 e 6 de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. FEB.
AMOR DE MÃE



O amor de uma mãe, 
é tão lindo e profundo,
é um amor imenso, 
é o amor maior do mundo...
Nada compra esse amor,
pois ele já é de graça,
é uma obra do senhor,
com ele a dor se despedaça...
Ele manda embora a tristeza,
e traz de volta a alegria,
traz junto consigo a beleza,
e também o mundo da fantasia...
Ele é indescritível,
é bem maior que o céu,
é um amor mais do que incrível,
é doce e puro como mel...
Eu dedico este video ao meus filhos queridos!!!
E a todas as Mães do mundo.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

COLÔNIAS ESPIRITUAIS

É bom lembrar...

Que as cidades espirituais que se localizam mais próximas a terra, normalmente são planos transitórios.
Existem outros planos superiores e também inferiores.

Nas colônias os espíritos aprendem a se desligar da matéria, alguns lentamente, outros com uma adaptação mais depressa. Cada espírito é um espírito, e seu tempo
em determinada colônia, em um plano inferior ou em até mesmo quando reencarnado é relativo.

Nas colônias existem animais, pois eles são princípios espirituais que estão a caminho da evolução, da mesma forma que nós procuramos progredir. Eles também
reencarnam e são bem utilizados, cuidados e amados no mundo espiritual.

No Brasil existem mais colônias do que as mostradas aqui. Este é um trabalho que pretende mostrar uma pequena noção do que é e como se localizam as colônias e moradas. Como disse nosso mestre Jesus:

"Há várias moradas na casa do meu pai."

Além das colônias que foram criadas recentemente, existem colônias Indígenas. Apesar disso não existe colônias para católicos, separados dos espíritas, assim como não se separam celebridades e fãs, todos somos iguais, apenas diferenciados pelo nosso pensamento, não pela cor ou pelo credo. Mas devemos lembrar que os espíritos mantém sintonia, seja com o bem ou com o mal, isso é que definirá onde irá se encontrar.

Lembrando que existem colônias especializadas em desenvolvimento tecnológico, existem as que preparam trabalhadores para trabalharem nos Grupos Espíritas e
em outros núcleos também que trabalham com amor e para o amor, como as casas de Umbanda. Tem colônias que trabalham como pronto-socorro e outras como
grandes editoras, espíritos que trabalham para trazerem obras magníficas para nós encarnados.

Espero ter ajudado e não confundido.
Abraços irmãos, fiquem com Deus."

Educação Espírita infantil 
Wellington Balbo (Bauru – SP)

     Em conversa com um amigo, já experiente no que se trata à educação espírita infantil, abordei a seguinte questão:

     Os dirigentes espíritas poderiam igualar os valores da reunião mediúnica e da educação espírita infantil.     Ou seja, dar para a educação espírita infantil o mesmo valor que atribuem para a mediúnica.    

     Quando viajo em palestras, questiono:

     E ai, como está a educação espírita infantil?

     Ah, não temos voluntários, falta crianças, estrutura precária...

     E indago também: Como vão as mediúnicas?

     Ah, uma beleza, temos 10, 20 grupos aqui na casa...

     Bem, meus amigos, não se trata de deixar de lado as mediúnicas, mas apenas dar à educação da criança o mesmo valor que se dá para a conversa com os Espíritos.

     O Espiritismo ensina que o período da infância é o mais propício para que sejam transmitidas e assimiladas lições morais.

     Diante desta afirmação fica muito simples concluir a importância que se deve dar para os trabalhos de educação espírita infantil, sendo eles

     – os trabalhos com a criança no centro espírita

     – um dos que devem receber a mais acurada atenção por parte dos dirigentes.

     Todavia, claro que se esbarra em diversas dificuldades, tais como, falta de voluntários, estrutura inadequada e outros tantos.

     Como superá-los?

     Com perseverança, sem desistir na primeira porta fechada. O fundamental é, também, dialogar com companheiros de outras casas espíritas e saber os desafios que estes enfrentam no tocante ao tema e como fizeram para superá-los.

     Esse intercâmbio é salutar para que possamos iniciar ou melhorar o nosso trabalho na educação espírita infantil. Outro ponto a ser abordado é o da capacitação dos colaboradores que irão trabalhar com as crianças. Não podemos deixá-los sem norte, sem condições de desenvolver um bom trabalho.

     Quero dizer com isto que de nada adianta encontrarmos um local no centro espírita e deixarmos lá as crianças apenas para que não atrapalhem a palestra da noite.

     É necessário oferecer ferramentas para que os colaboradores desenvolvam sua missão de forma adequada. Ou seja, necessitamos de realizar verdadeiramente a tarefa da educação espírita infantil, com gente capacitada e disposta a fazer acontecer.

     Alguns indagarão: Mas é muito complicado lidar com voluntários, como fazer para que persistam nas atividades?

     Ai entra nossa capacidade de agregar pessoas. Conheço um amigo que costuma organizar uma vez ao mês confraternização em sua casa para toda a equipe da educação espírita infantil da instituição onde milita. Isso ajuda a criar laços de amizade entre os componentes da equipe, além de ser ótima oportunidade para a troca de experiências, o que propicia um rendimento muito melhor de todo o grupo.

     Claro, todos nós rendemos mais em locais que nos sentimos à vontade. Isso, como coordenadores podemos fazer. Não podemos é ficar enclausurados dentro de nossa própria casa espírita sem dialogar com outros colegas.

     Se nos abrirmos às idéias e sugestões, à troca de experiências de outras equipes que laboram no mesmo segmento que o nosso, certamente iremos encontrar meios para que a educação espírita infantil seja, de fato, uma parte importante do centro espírita onde realizamos nossos trabalhos.

     Como sugestão sobre o tema deixo a belíssima obra: Comece pelo comecinho, da escritora e educadora Martha Rios Guimarães, a nossa Marthinha.

     A obra foi publicada pelo Centro Espírita O Clarim. Vale a pena conferir. Pensemos nisso.