sexta-feira, 30 de agosto de 2013

NO VERÃO DA VIDA

"Convide Deus para estar com você no verão de sua vida, porque no inverno pode ser que Ele não venha."

Lindo e sábio pensamento oriental.

No verão da vida, na fase adulta, tendo saúde e disposição, façamos o bem.


Temos tudo para ser útil. Embora tenhamos muitos afazeres, há sempre tempo para servirmos ao Pai.


Na época do plantio,convidemos Deus e, unidos a Ele, plantemos o bem.

No inverno da vida, na velhice, já não dispondo do físico para ser útil, talvez queiramos a boa colheita que não plantamos ou necessitemos dela. 


Então, com o peso dos anos no físico, vamos querer Deus, mas pode ser que já não consigamos senti-Lo. Veremos que o tempo passou e que nada fizemos a nós mesmos e ao próximo. Há tantos irmãos na velhice,
sustentados pelo Pai, que ainda servem como jovens! São os que não se recusaram a servi-Lo no verão.

Que consolo, que felicidade, servir por toda a vida encarnada: no inverno como na primavera,principalmente para aqueles que fazem por amor e não por obrigação.

Aquilo que temos de fazer, ou o que devemos fazer, façamo-lo agora, no presente.


Sempre é tempo de fazermos o bem!

Pelo Espírito: Antônio Carlos
Psicografia: Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho
Do livro: Sejamos Felizes
Ante a consciência


Diante da tua consciência, compadece-te de ti mesmo.

Renovando os teus costumes, na amplitude dos conceitos que costumas ouvir em teu favor, da parte do Evangelho de Jesus, as tuas necessidades espirituais pedem modificações.

Compadece-te de ti mesmo, comungando com a caridade que se divide em mil modos de servir, como força de Deus no ergástulo do coração da vida.

Compadece-te a ti mesmo, amando a Deus e ao próximo, que tudo de Bom virá ao teu encontro, alertando-te e iluminando-te para a felicidade.

Se reconheces um tribunal no centro da tua vida, não esqueças de te empenhar na fraternidade mais pura, para que ela alimente a retidão dos valores da alma, justificando a paz em que o teu coração pulsa.

Em caminho com os teus companheiros, não te esqueças de sensibilizar os teus sentimentos mais nobres, para compreendê-los e fazê-los compreender, no silêncio, o quanto a tua vida já se modificou com o Cristo.

A tua melhora depende da tua decisão; a tua paz depende do que pretendes fazer, lembrando-te que, do que plantares, isso colherás.

Não temas, nas trilhas da tua reforma íntima, porque a modificação por dentro, tornar-te-á modificado por fora.


Mesmo que te custem enormes sacrifícios e problemas sem conta, não deves recuar.

Reforma, modifica, transforma e engrandece o Bem em teu coração, porque diante disso a Sabedoria pode se manifestar, sem o perigo da ignorância diante dos deveres assumidos, gravados na consciência.

Jamais te envergonhes de seres humilde e de perdoares ofensas, porque a verdadeira fraqueza está na prepotência e nos revides das agressões.

Ergue a cabeça e anda com a consciência tranquila, na consciência da vida em Cristo, que é a salvação da alma.

Renovar a ti mesmo é ponto alto da sabedoria e do Amor.
"POR MAIS TERRÍVEL QUE se te apresente a situação, segue adiante, sem desfalecimento.

O desânimo é inimigo sutil que inutiliza os mais belos empreendimentos da vida.

Se os amigos te abandonaram ante os insucessos econômicos ou afetivos que te chegaram; se os parentes e afetos resolveram afastar-se por motivos que desconheces; se tudo te empurra ao limite estreito da solidão, recompõe-te intimamente e espera.

É provável que te sintas a sós, e que, aparentemente, estejas sem companhia.

Isto, porém, não é uma realidade espiritual, mas o reflexo do momentâneo estado de alma que te assalta.
Nunca estás sozinho. Fazendo parte integrante da Criação, ela está em ti, quanto nela te encontras.

(Joanna de Ângelis - psic.Divaldo P. Franco Livro: Filho de Deus )

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

"ONDE QUER QUE se encontrem duas ou três pessoas reunidas em meu nome, eu com elas estarei. (S. MATEUS, 18:20.)

Estarem reunidas, em nome de Jesus, duas, três ou mais pessoas, não quer dizer que basta se achem materialmente juntas. É preciso que o estejam espiritualmente, em comunhão de intentos e de idéias, para o bem. Jesus, então, ou os Espíritos puros, que o representam, se encontrarão na assembleia. O Espiritismo nos faz compreender como podem os Espíritos achar-se entre nós. Comparecem com seu corpo fluídico ou espiritual e sob a aparência que nos levaria a reconhecê-los, se se tornassem visíveis. Quanto mais elevados são na hierarquia, tanto maior é neles o poder de irradiação; é assim que eles possuem o dom da ubiquidade e que podem se encontrar em muitos pontos simultaneamente: par a isso é suficiente um raio de seu pensamento.

Dizendo as palavras acima transcritas, quis Jesus mostrar o efeito da união e da fraternidade. O que o atrai não é o maior ou menor número de pessoas que se reúnam, pois, em vez de duas ou três, houvera ele podido dizer dez ou vinte, mas o sentimento de caridade que reciprocamente as anime. Ora, para isso, basta que elas sejam duas. Contudo, se essas duas pessoas oram cada uma por seu lado, embora dirigindo-se ambas a Jesus, não há entre elas comunhão de pensamentos, sobretudo se não estão movidas por um sentimento de mútua benevolência. Se se olham com prevenção, com ódio, inveja ou ciúme, as correntes fluídicas de seus pensamentos, longe de se conjugarem por um comum impulso de simpatia, repelem-se. 

Nesse caso, não estarão reunidas em nome de Jesus, que, então, não passa de pretexto para a reunião, não o tendo este por verdadeiro motivo.

O Evangelho segundo o Espiritismo » Capítulo XXVIII - Coletânea de preces espíritas » I - Preces gerais » 
"Aceita a vida que Deus te deu.

Aceita-te como és.

Aceita teus familiares.

Aceita teus conflitos.

Aceita tuas decepções.

Aceita tua parentela.

Aceita tuas dificuldades financeiras.

Aceita tuas desilusões.

Aceita as ingratidões contra ti.

Aceita tudo e todos.

Aceita atos e atitudes e faze o melhor que puderes.

Aceitar não quer dizer aplaudir e fazer o mesmo, mas compreender quem cada um de nós tem e faz o que pode, que cada indivíduo está num grau diferente de evolução. Portanto, aceita o próximo como ele é.

Tu, porém,trabalha em favor de teu adiantamento espiritual e autoconhecimento.

Portanto, aceita-te como és, aceita teu próximo e faze sempre o teu melhor.

Hammed
AÇÃO DE PAZ


A paz é um dos tesouros mais desejados nos dias atuais. Muito se tem investido para se conseguir um pouco desse bem tão precioso.

Mas será que nós, individualmente, temos feito investimentos efetivos visando tal conquista?

O que geralmente ocorre é que temos investido nossos esforços na direção contrária, e de maneira imprópria.

É muito comum desejar a paz e buscá-la por caminhos tortos, que acabam nos distanciando dela ainda mais.

O Espírito Emmanuel, através da mediunidade de Chico Xavier, escreveu, certa feita, uma mensagem que intitulou ação de paz. Eis o seu conteúdo:

“Aflição condensada é semelhante à bomba de estopim curto, pronta a explodir a qualquer contato esfogueante. Indispensável saber preservar a tranqüilidade própria, de modo a sermos úteis na extinção dessa ou daquela dificuldade. Decerto que para cooperar no estabelecimento da paz, não nos seria lícito interpretar a calma por inércia. Paciência é a compreensão que age sem barulho, em apoio da segurança geral. Refletindo com acerto, recebe a hora de crise sem qualquer ideia de violência, porque a violência sempre induz ao estrangulamento da oportunidade de auxiliar. Diante de qualquer informação desastrosa, busca revestir-te com a serenidade possível para que não te transformes num problema, pesando no problema que a vida te pede resolver. Não afogues o pensamento nas nuvens do pessimismo, mentalizando ocorrências infelizes que provavelmente jamais aparecerão. Evita julgar pessoas e situações em sentido negativo para que o arrependimento não te corroa as forças do espírito. Se te encontras diante de um caso de agressão, não respondas com outra agressão, a fim de que a intemperança mental não te precipite na vala da delinqüência. Pacifica a própria sensibilidade, para que a razão te oriente os impulsos. Se conservas o hábito de orar, recorre à prece nos instantes difíceis, mas se não possuis essa bênção, medita suficientemente antes de falar ou de agir. Os impactos emocionais, em qualquer parte, surgem na estrada de todos; guarda, por isso, a fé em Deus e em ti mesmo, de maneira a que não te afastes da paz interior, a fim de que nas horas sombrias da existência possa a tua paz converter-se em abençoada luz.”

As palavras lúcidas de Emmanuel nos sugerem profundas reflexões em torno da nossa ação diária.

Importante que, na busca pela paz não venhamos a ser causadores de desordem e violência.

Criando um ambiente de paz na própria intimidade, poderemos colaborar numa ação efetiva para que a paz reine em nosso lar, primeiramente, e, depois possa se estender mundo afora.

Se uma pessoa estiver permanentemente em ação de paz, o mundo à sua volta se beneficiará com essa atitude.

E se a paz mundial ainda não é realidade em nosso planeta, façamos paz em nosso mundo íntimo. Essa atitude só depende de uma única decisão: a sua.

***

A sua paz interior é capaz de neutralizar o ódio de muitas criaturas.

Se você mantiver acesa a chama da paz em sua intimidade, então podemos acreditar que a paz mundial está bem próxima.

Porque, na verdade, a paz do mundo começa no íntimo de cada um de nós.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

AÇÃO DE PAZ

A paz é um dos tesouros mais desejados nos dias atuais. Muito se tem investido para se conseguir um pouco desse bem tão precioso.

Mas será que nós, individualmente, temos feito investimentos efetivos visando tal conquista?

O que geralmente ocorre é que temos investido nossos esforços na direção contrária, e de maneira imprópria.

É muito comum desejar a paz e buscá-la por caminhos tortos, que acabam nos distanciando dela ainda mais.
O Espírito Emmanuel, através da mediunidade de Chico Xavier, escreveu, certa feita, uma mensagem que intitulou ação de paz.

Eis o seu conteúdo:

“Aflição condensada é semelhante à bomba de estopim curto, pronta a explodir a qualquer contato esfogueante. Indispensável saber preservar a tranqüilidade própria, de modo a sermos úteis na extinção dessa ou daquela dificuldade.

Decerto que para cooperar no estabelecimento da paz, não nos seria lícito interpretar a calma por inércia.
Paciência é a compreensão que age sem barulho, em apoio da segurança geral.

Refletindo com acerto, recebe a hora de crise sem qualquer idéia de violência, porque a violência sempre induz ao estrangulamento da oportunidade de auxiliar.

Diante de qualquer informação desastrosa, busca revestir-te com a serenidade possível para que não te transformes num problema, pesando no problema que a vida te pede resolver.

Não afogues o pensamento nas nuvens do pessimismo, mentalizando ocorrências infelizes que provavelmente jamais aparecerão.

Evita julgar pessoas e situações em sentido negativo para que o arrependimento não te corroa as forças do espírito.

Se te encontras diante de um caso de agressão, não respondas com outra agressão, a fim de que a intemperança mental não te precipite na vala da delinqüência.

Pacifica a própria sensibilidade, para que a razão te oriente os impulsos.

Se conservas o hábito de orar, recorre à prece nos instantes difíceis, mas se não possuis essa bênção, medita suficientemente antes de falar ou de agir.

Os impactos emocionais, em qualquer parte, surgem na estrada de todos; guarda, por isso, a fé em Deus e em ti mesmo, de maneira a que não te afastes da paz interior, a fim de que nas horas sombrias da existência possa a tua paz converter-se em abençoada luz.”

As palavras lúcidas de Emmanuel nos sugerem profundas reflexões em torno da nossa ação diária.
Importante que, na busca pela paz não venhamos a ser causadores de desordem e violência.

Criando um ambiente de paz na própria intimidade, poderemos colaborar numa ação efetiva para que a paz reine em nosso lar, primeiramente, e, depois possa se estender mundo afora.

Se uma pessoa estiver permanentemente em ação de paz, o mundo à sua volta se beneficiará com essa atitude.

E se a paz mundial ainda não é realidade em nosso planeta, façamos paz em nosso mundo íntimo. Essa atitude só depende de uma única decisão: a sua.

***
A sua paz interior é capaz de neutralizar o ódio de muitas criaturas.
Se você mantiver acesa a chama da paz em sua intimidade, então podemos acreditar que a paz mundial está bem próxima.

Porque, na verdade, a paz do mundo começa no íntimo de cada um de nós.
Alma Querida

Alma da caridade, viva e pura,
Que abres a mão fraterna de mansinho,
Jesus recolhe a gota de carinho,
Que derramas na chaga da amargura.
Essa doce migalha de ternura
Para quem luta e chora no caminho,
É como a rosa perfumando o espinho
Ou como a estrela para a noite escura.
Como crês? Ninguém sabe...
o mundo apenas.
Sabe que és luz nas aflições terrenas,
Pela consolação que te abençoa.
Seja qual for o templo que te exprime,
Deus te proteja o coração sublime
Alma querida e bela, humilde e boa.

=Auta de Souza=
DEVER DE EDUCAR...


Será sempre digno de nota o fato de os pais  conduzirem os filhos à escola de evangelização 
espírita infanto-juvenil. É muito acertado  agir assim. Os pais espiritistas precisam prestigiar o ensino espírita-cristão à infância. Há bons resultados com isso. Entre outros, o do entrosamento dos pequeninos
com o meio ambiente que lhes é próprio, onde travam conhecimento uns com os outros, estudando e aprendendo juntos, e possivelmente entrelaçando os primeiros laços de amizade entre si, com probabilidade de grandes e benéficas conseqüências para o futuro. Além disso, a presença dos responsáveis junto dos menores dá a ideia de coerência de atitude e noção de responsabilidade.

Não há como regatear aplausos aos pais que se dão a tão louvável gesto de orientação. Todavia, desejamos ressaltar que a freqüência da criança à escola de evangelização espírita infanto-juvenil, mesmo observando toda a assiduidade e revelando o melhor índice possível de aproveitamento, não prescinde da assistência e
orientação que lhe são devidas no lar, por parte desses mesmos pais que a levam aos recintos de aulas.
Pai e mãe, em sã consciência, não podem ser omissos no trabalho da educação espírita-cristã dos filhos.


Enquanto, na classe, toca aos evangelizadores a exposição teórica dos ensinamentos evangélico-doutrinários, ministrados metódica e sistematicamente, em suas gradações pedagógicas, no lar, cabe aos pais a demonstração prática, a vivência diuturna e real das lições, pelos exemplos que lhes cumpre dar, hora a hora, dia a dia, nos domínios da convivência.


Fora, os filhos se instruem e se ilustram; em casa, porém, é que eles verdadeiramente se educam.
Fora, eles ouvem o que devem fazer; em casa, eles vêem como se faz, por indução particular e pessoal, direta e própria, da conduta dos seus pais. 
Educação é tarefa essencialmente paterno-maternal, de caráter intransferível e inalienável. Esse princípio é de ordem geral e se estende a tudo o mais a que possamos recorrer,

em matéria de preparo, como programa de formação da personalidade, de modelação do caráter. Não há colégios, por mais modernizados e modelares, que possam fazer as vezes dos ambientes "

=Dr. José Carlos De Lucca=

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Ante os detritos da maledicência, usemos a vassoura das boas palavras.

Ante o lixo do sarcasmo, cavemos a fossa do silêncio.

Ante os vermes da crueldade, mobilizemos os antisséticos do socorro cristão.

Ante o vírus da cólera ou da irritação que nos defrontar nas frases ou nas atitudes alheias,

Ante os tóxicos do pessimismo negrejante, acendamos claridade do bom ânimo.

Ante o veneno da ociosidade, mobilizemos os nossos recursos de serviço.

Ante as serpes da incompreensão, realizemos. mais vasto plantio de caridade.

Ante os micróbios da desconfiança, incentivemos a nossa sementeira de boa-vontade e fé.

Ante a erva sufocante dos conflitos de opinião, refugiemo- nos na boa vontade para com todos, que procura garantir o bem, acima de tudo.

(André Luiz- psicog.Chico Xavier; Do Livro: Relicário de Luz)
AMOR DE OUTRAS VIDAS... TUDO FAZ PARTE DO 

DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL


Acredito que nem sempre as pessoas se casam com a alma à qual estão ligadas. Às vezes esta outra pessoa está desejosa e disponível para unir-se a nós, reconhecendo a pai
xão e a química que existem... “os laços íntimos e sutis que envolvem conexões ao longo de muitas vidas” (Brian Weiss). Mas esta alma, apesar de nos ser “destinada” (nunca se esqueça da existência do livre-arbítrio), pode nos ser naquele momento prejudicial. Tudo faz parte do desenvolvimento espiritual.

Se um dos espíritos ainda carece de conhecimento e desenvolvimento emocional, traços de violência, cobiça, ciúmes, ódio e medo podem interferir no relacionamento. São tendências prejudiciais ao outro, ainda que ambos sejam unidos pelo amor. Daí, você pensa que pode ajudá-lo a crescer... Mas ele nem sempre é permeável às suas palavras ou boas ações .

Então, também fazendo uso de seu livre-arbítrio, se recusa a aprender e a crescer. Resultado : o relacionamento estará condenado. Talvez haja outra oportunidade em outra vida, a não ser que ele desperte depois, nesta mesma vida.

Imagine, portanto, que vocês são amigos de colégio inseparáveis, que viveram experiências únicas e tem um relacionamento imortal. Só que os programas de vida de casa são diferentes. Isto não pode ser encarado como uma derrota, mas sim uma questão de aprendizagem. Estas duas pessoas (almas) têm uma vida eterna em companhia uma da outra, mas apenas precisam freqüentar aulas separadas...É triste e doido, mas, anos depois, vocês se reencontram e reconhecem um no outro o antigo sentimento de amor, agora apaziguado pelo amadurecimento. E podem, finalmente, seguir juntos.

Ana Carolina Oliveira
LIMPAR A MENTE...

"Os bons costumes tornam a mente límpida e clareiam o verbo, enriquecendo-o, para que os ouvintes seja estimulados ao exercício do bem eterno. 

A poluição mental turva a consciência e conturba o raciocínio, deixando a alma trôpega no vaso da carne.

O homem civilizado não tem o costume diário de higienizar o corpo?

Pois a mente, na verdade, tem grande necessidade de limpeza, tanto quanto o corpo, por ser o centro da vida que comanda todo a massa somática.

E esse trabalho começa como a chuva: divide-se em bilhões de gotículas, mas farta a humanidade e a natureza, limpa a atmosfera e destampa as minúsculas aberturas das árvores, de onde promana o oxigênio puro, no vigor da própria existência. Assim, a chuva, para a mente, há de surgir nessas mesmas proporções: bilhões ou trilhões de pequenos esforços, somando uma torrente de energias vivas, conduzindo todo o entulho da consciência por canais apropriados.

E a pureza do raciocínio faz nascer um clima enriquecido para as belezas imortais do amor, da alegria e da fraternidade.

Sugestiona o ser à procura de Deus e a obedecer às leis.

A castidade mental é obra de grande importância para a nossa supremacia espiritual, sem as sutilezas da arrogância e as manobras do orgulho. Devemos nos esforçar todos os dias, a partir do momento em que nos alistamos no exército do Cristo.

Como espíritos, mesmo no mundo, mas à procura da luz, compreendamos, na urgência das nossas necessidades, que renovação é tema central da alma - ovelha que reconhece o pastor, atendendo os seus magnânimos convites, pela inteligência e pelo coração.

A elegância dos pensamentos ajusta o meio ambiente em que viveis, para chamados fraternos e para uma conversação sadia, desamarrando do núcleo da vida, a expressão do amor, de modo a participar, na mesma freqüência, a razão. Para que tudo isso se faça, o esforço próprio é imprescindível, dia a dia.

A auto-educação haverá de se processar passo a passo, e a vigilância deve arregimentar todas as forças possíveis nessa imensurável batalha que somente termina na pureza espiritual, para começar outros labores,em escalas que escapam ao raciocínio humano.

A vida é um turbilhão de vidas sucessivas, que se associam por lei de esforços e de obediências correlatas. No homem, o começo do sofrimento é princípio de maturidade.

É, pois, a força do progresso atingindo a sua farda física, para que o corpo espiritual se atualize nas necessidades maiores.

Os grandes golpes na alma clareiam seu caminho para certas mudanças na arte de viver melhor.
Escrevemos para todos, é certo. No entanto, endereçamos nossas mensagens, com mais intimidade, aos despertos, aos companheiros conscientes dos seus deveres ante a escalada do Mestre.

Se começais hoje a vos renovar na vida que levais, amanhã sereis torturados impiedosamente pelas forças contrárias, donde resulta a desistência de muitos estudantes da verdade, por ignorarem que o ataque, a maledicência, a injúria, o desprezo são outras tantas forças do bem, revestidas aparentemente de inimigos.

Todavia, o que Jesus disse nos conforta sobre maneira: “Aquele que perseverar até o fim, será salvo”.

Associemos nossos esforços aos regimes das leis de Deus, respeitando-as em todas as suas nuances. Se algo faltar de nossa parte, nunca haverá de ser a persistência, como onda de luz a transformar as nossa boas intenções em realidades.

Higienizemos a nossa mente, sem afrontá-la agressivamente.

A experiência nos aconselha que o trabalho paciente e constante vencerá obstáculos que se nos afiguram em posição irremovível. Na verdade, a mente plasma o que os olhos vêem, como máquina fotográfica pronta para disparar tendo em mira o objetivo visado.

Não obstante, poderemos fechar o diafragma. Assim sucede com os ouvidos, assim se processa na formação das idéias. Orar e vigiar é atitude certa para que a mente não se suje mais. E o trabalho de limpeza deve ser eficiente, diminuindo a carga corrosiva acumulada em muitos séculos. Um pouco de boa vontade vos colocará, com habilidade, nesse saneamento, e o conceitos que propomos nesse livro são, um tanto um quanto, companheiros da limpeza espiritual, convidando a todos para a libertação."

Miramez -
Livro: Horizontes da Mente,
psicografado pelo médium João Nunes Maia.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

VIVENDO E APRENDENDO

Na vida temos muitas surpresas, boas, ruins, inesperadas...

Temos que estar preparados para reagir a cada uma delas.

Chore, ria, faça careta, pule, dançe, cante, corra, viva.

Não tenha medo de Viver e ser feliz!

Existem momentos na vida, que podem parecer bobos, que possam parecer comuns para você no enquanto, mas um dia você pode olhar pra traz e diz: esse foi o dia mais feliz de minha vida. "até agora".

Por isso, aprecie cada momento na vida, como se fosse único, e especial, com uma pessoa especial.
Não busque a felicidade muito longe, ela pode estar mais perto do que você imagina!


Tente apenas ser feliz, faça o que der vontade, não se importe com o que os outros dizem sobre você,
porem, tente não dizer nada sobre os outros.


Não faça com o próximo o que não quer para si mesmo.

=Victor Hugo=
Deus Perdoa


Existem religiões entre as quais se destacam a Católica e a Protestante, que acham que Deus perdoa se orarmos, confessarmos nossos pecados e afastarmos satanás para longe. Entretanto, não é assim que Deus perdoa.

O Pai Celestial perdoa sim, perdoa sempre, mas de maneira diferente, ou seja concedendo ao culpado um prazo ilimitado e facultando-lhe possibilidades para o resgate de seus débitos contraídos em vidas pretéritas.

É muito mais justo e melhor aceito pelo devedor que ele próprio salde o que deve, após conseguir o esclarecimento necessário, do que eximir-se dessa obrigação tendo em vista a compaixão do credor. Todo compromisso assumido e resgatado após trabalho e perseverança tem o sabor de vitória, além de aumentar a confiança em nós próprios, o crescimento da faculdade de recuperação e a conquista de maior experiência no campo da espiritualidade.

Seria fácil demais eximir-se de erros graves que praticamos, apenas por meio de confissões e preces enxotando satanás.

Se a questão for levada para o cenário material, o resultado seria semelhante, guardadas as devidas proporções. Imaginemos, por exemplo, a aquisição de um aparelho de televisão, que nos obrigamos pagar em prestações mensais. Nosso empenho em efetuar os pagamentos por esforço próprio deve ser o nosso objetivo, sem a ajuda de outrem, a fim de resolvermos sozinhos a responsabilidade assumida.
Dívida é dívida, tem que ser paga por aquele que a contraiu.

A justiça e a misericórdia de Deus reside em conceder-nos prazo ilimitado e o discernimento necessário pela aplicação da lei do livre-arbítrio, para que compreendamos a responsabilidade assumida no Mundo Maior, consequência lógica das faltas que houvermos praticado em vidas passadas. Quanto menos tempo conseguirmos pagar o que devemos, melhor será para nós.

As leis de Deus, todos sabem perfeitamente, são imutáveis e não isentam nenhum de seus filhos de cumprí-las em prazo maior ou menor. Somente de nós depende a concretização de ações meritórias, desinteressadas, onde a renúnica e o amor ao próximo devem estar sempre presentes.
O resto, meus amigos, é miragens, isto é, engano dos sentidos, ilusão que acaba em desilusão completa.

=Irmão José=
Confia em Deus.


Aceita no dever de cada dia a vontade do Senhor para  as horas de hoje.

Não fujas da simplicidade.

Conserva a mente interessada no trabalho edificante.

Detém-te no lado bom das pessoas, das situações e das coisas.

Guarda o coração sem ressentimentos.

Cria esperança e otimismo onde estiveres.

Reflete nas necessidades alheias, buscando suprimi-las ou atenuá-las.

Faze todo bem que puderes, em favor dos outros, sem pedir remuneração.

Auxilia muito.

Espera pouco.

Serve sempre.

Espalha a felicidade no caminho alheio, quanto seja possível.

Experimentemos semelhantes conceitos na vida prática e adquiriremos a luminosa ciência de ser feliz.

=Emmanuel=

quarta-feira, 14 de agosto de 2013


A ciência já comprovou que a prece realmente gera efeitos em quem a realiza.

E quem estuda essa questão, sabe que esses efeitos dependem de alguns fatores, tais como, a finalidade da prece, o fervor com que se ora, o merecimento de quem pede, etc.

Quando mobilizamos o nosso EU em sua totalidade, na dinâmica da prece, passamos a respirar uma atmosfera espiritual mais pura, e a sintonizar com os bons espíritos, que nos assistem.

Podemos, através da prece, louvar, pedir e agradecer.


Pela prece o homem atrai o concurso dos bons Espíritos, que vem sustentá-lo nas boas resoluções e inspirar-lhe bons pensamentos.


A prece é o traço de luz que une as almas que se amam, onde quer que se encontrem.

Orar é identificar-se com a maior fonte de poder de todo o Universo, absorvendo-lhe as reservas e retratando as leis da renovação permanente que governam os fundamentos da vida.


-Emmanuel-
ESPIRITISMO E ALMAS GÊMEAS


Você acha que existem almas gêmeas? Você acredita na teoria que afirma que precisamos encontrar nossa alma gêmea para nos completarmos?

Você é espírito imortal, único, individual e completo. Não precisa de ninguém específico para lhe completar. Todos precisamos uns dos outros, mas não dependemos de ninguém específico para nos completarmos.

Sabendo que devemos amar uns aos outros, de acordo com o ensinamento cósmico eterno que Jesus nos trouxe, seria um contrassenso achar que existe alguém especial que mereça o nosso amor acima dos demais.

É lindo o amor entre um homem e uma mulher. Mas o amor romântico é apenas uma forma de amor. E o amor é infinito em suas manifestações. Não somos capazes de compreendê-lo.

O ideal é amarmos todas as pessoas. Não vivemos no mundo ideal, eu sei disso. Também não vivemos num mundo de conto de fadas, e acreditar em almas gêmeas é acreditar em contos de fadas. Você pode acreditar, se quiser. Pode ser uma bela maneira de encarar a vida. Mas é uma ilusão, e as ilusões não duram para sempre.

Estou muito longe de saber o que é o amor de que nos fala o Cristo. Mas tenho momentos em que consigo sentir, por instantes, um amor profundo e incondicional. Pelo meu grau evolutivo incipiente, não consigo manter esse sentimento por mais que uns poucos minutos, talvez nem isso. Mas estes instantes são suficientes para que eu consiga vislumbrar o amor que tenho como objetivo. Amor puro, sem exigências e julgamentos.

Recentemente, ao término de um curso sobre o livro Os mensageiros, de André Luiz, tive a oportunidade de experimentar este sentimento. Na oração de encerramento, percebendo o objetivo maior que une as pessoas em momentos assim, senti um amor imaculado pelos colegas de curso, um por um. Percebi cada um deles como um irmão de evolução, parceiro de caminhada, aprendiz da escola cósmica. Uma oração bem sentida, em recolhimento, costuma surtir o mesmo efeito.

Somos acostumados a pensar com amor em nossos familiares, nossos entes queridos. Se estamos juntos é porque temos laços que nos ligam, e é natural que sintamos amor mais facilmente pelos mais próximos. Mas dificilmente nosso amor pelos membros familiares é incondicional.

Se o seu marido ou esposa ou namorado deixar de lhe tratar com carinho, você permanece amando do mesmo modo? Se o seu filho mente e é ingrato com você, o seu amor continua com a mesma intensidade? Se sua mãe, ou pai, ou irmão revela sentimentos menos nobres por você que até então você desconhecia, o seu amor por eles não se altera?

Estamos engatinhando em matéria de amor. E os casais apaixonados confundem sua paixão, que aliás é belíssima, com amor. E juram que esse amor é eterno, e pensam que ele é puro e sincero e inabalável. E concluem que são almas gêmeas. Ou, então, pessoas com dificuldades amorosas não acham o parceiro ideal e ficam ansiosas esperando encontrar a sua alma gêmea, a metade da laranja, o ser que as compreenderá e completará.

Um dia, num futuro muito distante, seremos todos almas gêmeas umas das outras em matéria de amor. Por enquanto, ainda ensaiamos os primeiros passos nessa dança chamada amor. E amamos a uns poucos. E esse amor não é incondicional. Mas, se mesmo considerando nossa condição de aprendizes, achamos o amor tão grande coisa, é porque precisamos dele para nos nutrirmos espiritualmente.

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Um dia, Mahatma Gandhi fez a seguinte pergunta a seus discípulos:

- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?


- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.


- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? - Questionou novamente o pensador.


- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.


E o mestre volta a perguntar:


- Então não é possível falar-lhe em voz baixa?

Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
- Vocês sabem por que se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas
estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.


Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.

Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande
distância.

Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê?

Porque seus corações estão muito perto.

A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.
Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os
distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o
caminho de volta".


Mahatma Gandhi

terça-feira, 13 de agosto de 2013

As Três Bandeiras do Espiritismo


Aprendizes do Espiritismo, recebemos três diretrizes, verdadeiros fundamentos para a nossa vida: “Trabalho, solidariedade e tolerância”; reforma íntima e “fora da caridade não há salvação”.
A visão espírita do trabalho ultrapassa de largo o exercício de uma profissão. O trabalho é uma lei moral, tem a ver com o ensino de Jesus: “Meu Pai trabalha sempre!”. Portanto, trabalhar é uma permanência, uma indispensabilidade, uma decorrência de nossa condição humana. Tudo trabalha em a natureza. Mas o trabalho do homem é mais que automatismo. Semear, cuidar, compartilhar, criar, servir, são alguns verbos associados ao nosso conceito de trabalho. Mesmos idosos ou doentes, podemos trabalhar com a mente, o coração vibrando de amor, ternura e paz.

O ser solidário antepõe-se ao ser solitário. Não se trata de um jogo de palavras. Na verdade nossa humanidade está muito cheia de solitários. Os famintos, os excluídos de toda ordem, que não têm atenção, carinho, respeito, compreensão. Tanto no plano espiritual quanto entre as nações, é ainda muito recente o conceito de apoio mútuo, de interdependência. Tais solidões geram dor, sofrimento, iniquidades. O mundo está cansado de sofrer. Necessita de nova economia, nova gestão de recursos naturais, renovada preocupação com o meio ambiente e, sobretudo, nova leitura a respeito das relações humanas.
Tolerar é aceitar e conviver com as diferenças. Ainda bem que há diferenças! A riqueza da criação está justamente nas coisas distintas, nas escolhas diversas. Como se fosse um caleidoscópio, ajustadas e aceitas as partes, o todo se renova e provoca novas e desafiadoras surpresas a cada momento. O outro é legítimo, preciso aceitar isso a priori, a fim de que, juntos, possamos construir uma realidade mais bela e melhor. Naturalmente implica em abdicar de posições próprias definitivas e excludentes. Mas esse é o exercício do cidadão espírita universal.

No entanto, como ser solidário, aceitas diferenças e entender o trabalho como um dever moral se mantivermos os mesmos padrões do homem velho, hostil, maledicente, egoísta? É aí que a segunda bandeira, bússola comportamental, a reforma íntima, entra em ação em nós. Renovação! Novos hábitos físicos, mentais, espirituais. Oração, vigilância, disciplina, todo dia, toda hora, pensamento a pensamento, palavra a palavra, atitude a atitude. Desafio em que o velho homem das cavernas continua firme, um pouco escondido pela educação aparente, mas firme e forte, dentro de nós. Qualquer invigilância ele retorna num comentário mais ferino, num deboche azedo, na velha preguiça, na paixão sem controle.

A melhor ferramenta da reforma íntima é a caridade, conforme aprendemos na questão 886 de O Livro dos Espíritos. Há três palavras-chave da caridade: benevolência, indulgência e perdão. Para que haja caridade temos que querer o bem do próximo, adoçarmo-nos internamente e oferecer a ele o melhor de nós mesmos. Estes são os sentidos de bene + forma derivada do verbo latino volo: trata-se de uma força íntima que nos faz querer bem ao outro, independente de quem o outro seja; de indulgência, forma latina para apreço, concordância; e do latim per, que significa complemente + forma do verbo latino dono, que significa dar, dar de presente, perdoar.

A caridade, portanto, é de ordem moral. Trata-se de uma visão salvadora de dentro para fora do ser, ao contrário de outras visões de salvação, de fora para dentro da criatura. A caridade, enquanto não se torna espontânea, natural em nós, exige esforço. Os espíritos superiores vivem em estado de caridade. Nós exercitamos a caridade ainda ocasionalmente. Dia virá, no entanto, que nosso comportamento usual será verdadeiramente caritativo. Aí poderemos dizer, parafraseando Paulo “… já não sou eu quem vive, é Cristo que vive em mim”. (Gálatas 2,20).

Cesar Reis
Revista Cultura Espírita – nº 33 – página: 11 – dezembros / 2011
ICEB (Instituto de Cultura Espírita do Brasil / Rio de Janeiro)
Formatação e pesquisa: MILTER – 28-07-2013
A PLURALIDADE DOS MUNDOS HABITADOS


O Espiritismo declara a realidade da pluralidade dos mundos habitados. Isso significa simplesmente que no universo não existe desperdício de coisa alguma. Todos os mundos são habitados, seja por seres físicos ou seres não-físicos. Deus não poderia criar espaços no cosmos que fossem inúteis, que não servissem para coisa alguma. Dentro do modelo da perfeição divina, tudo possui a sua utilidade e tudo está em plena harmonia com o todo.

O Livro dos Espíritos afirma que, o homem, acreditando ser o único habitante inteligente do universo, só demonstra a sua arrogância diante da criação divina, a qual não compreende e por isso a reduz a sua simples pequenez. Os espíritos superiores afirmam que “há homens que se julgam superiores a tudo e imaginam que somente este pequeno globo tem o privilégio de ter seres racionais. Orgulho e vaidade! Acreditam que Deus criou o universo só para eles”.

Os espíritos ensinam que os mundos são bastante diferentes em sua constituição, mas mesmo assim todos abrigam seres corpóreos ou incorpóreos, visíveis ou invisíveis, materiais ou puramente espirituais, dependendo do mundo e de sua enlevação espiritual. Os espíritos proclamam que as condições diversas dos mundos não é nenhum impedimento para que a vida possa neles brotar.

O maior exemplo disso são os peixes que se adaptam ao meio aquático, e as aves que se adaptam ao meio aéreo. Cada qual vive num ambiente diferente, mas os órgãos estão plenamente adaptados ao meio em que vivem. Esse princípio de adaptação dos seres aos diversos ambientes dos mundos explica como há espíritos vivendo nos espaços mais inconcebíveis de se perceber o desenvolvimento da vida.

O ser humano atual supõe que o sol seja a única fonte de luz e calor que confere energia aos seres e permite o surgimento da vida. Mas os espíritos superiores advertem que não é assim. Há mundos onde são utilizadas energias diferentes da do sol. Mesmo em planetas onde o sol é visualizado apenas como uma estrela, de tão longe que está, há outras fontes de luz e calor, que na época foi chamada de “eletricidade”, mas hoje sabemos serem como energias cósmicas que existem em estado latente no espaço dos mais diferentes mundos.

Essa energia desconhecida gera calor, luz e irradia a energia necessária ao surgimento, desenvolvimento e a manutenção de qualquer forma de vida. Para aqueles que creem em vidas intraterrenas, essa energia seria a fonte também de luz e calor para os seres que vivem embaixo da terra, nos mundos subterrâneos.

A Pluralidade dos Mundos habitados é onde o Espiritismo e a Ufologia se encontram. Por esse motivo, os espíritas devem dar toda a atenção ao estudo da Ufologia, pois esta matéria revela aquilo que os espíritos superiores já haviam falado há mais de 150 anos: a verdade da existência de vida inteligente ou não fora da esfera terrestre e que essa vida pode, obviamente, nos visitar e futuramente manter um contato aberto conosco.

Autor: Hugo Lapa

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

PRECE PELO PERDÃO....

Pai, quando me chamares para junto de Ti, quero partir com o coração aliviado de qualquer sentimento menor que possa reter-me ao vale de lágrimas onde me encontro hoje, impedindo-me de ser feliz amanhã!...

As lágrimas que me fizeram verter - eu perdoo.
As dores e as decepções - eu perdoo.
As traições e mentiras - eu perdoo.
As calúnias e as intrigas - eu perdoo.
O ódio e a perseguição - eu perdoo.
Os golpes que me feriram - eu perdoo.
Os sonhos destruídos - eu perdoo.
As esperanças mortas - eu perdoo.
O desamor e a antipatia - eu perdoo.
A indiferença e a má vontade - eu perdoo.
A desconsideração dos amados - eu perdoo.
A cólera e os maus tratos - eu perdoo.
A negligência e o esquecimento - eu perdoo.
O mundo, com todo o seu mal - eu perdoo.

A partir de hoje proponho-me a perdoar e a esquecer, para que nada mais me retenha o passo e me impeça de tornar-me um verdadeiro vencedor!... Só assim, se um dia me fizeres renascer no mundo novamente, eu poderei me levantar forte e determinado sobre os meus pés e, não obstante todos os sofrimentos que experimentar, eu serei naturalmente capaz de amar acima de todo desamor, de doar mesmo que despossuído de tudo, de fazer feliz aos que me rodearem, de honrar qualquer tarefa que me concederes, de trabalhar alegremente mesmo que em meio a todos impedimentos, de estender a mão mesmo que só e abandonado, de secar lágrimas ainda que aos prantos, de acreditar mesmo que desacreditado, e de transformar o mundo pela força de minha vontade, porque só o perdão cerra portas ao mal e estende o progresso do bem, modificando paisagens e banindo trevas! Perdoar é amar e amar é estar Contigo, hoje e sempre!

Assim seja!
Prece ditada por André Luiz
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Brilhe a vossa Luz
SAUDADES

De todas as dores da Humanidade, possivelmente a mais aflitiva seja a que se constitui na separação dos afetos pelo fenômeno da morte. Embora todos saibamos que a morte é a etapa final dos que vivem na
Terra, não nos preparamos para recebê-la. Eis porque ela sempre nos surpreende, esfacelando-nos o coração em tortura moral.


Para os que acompanham o féretro até o que se denomina a última morada do corpo de carne deveria ser o momento de acuradas reflexões.


O que existe, afinal, para além do túmulo?


Para onde vão as almas dos que se foram, abraçados pelo sono da morte?


Como diluir a dor da separação?


Que existe vida além desta vida já foi suficientemente comprovado. Seja pela revelação religiosa que, desde os tempos imemoriais se refere ao Espírito imortal, seja por ramos da ciência médica e psicológica que
apresentaram estudos variados, concluindo pela existência de um mundo invisível, onde vivem os que deixam o corpo carnal .


Jesus, o Mestre excelso, provou mais de uma vez que a morte é uma ilusão dos sentidos físicos. No Tabor, ao Se transfigurar, frente aos olhares atônitos de Pedro, Tiago e João, apresenta-Se tendo ao lado direito e esquerdo as figuras veneráveis do legislador hebreu Moisés e do profeta Elias.

Ora, ambos haviam vivido entre os hebreus há muitos séculos.

Contudo, ali se apresentaram tão vivos que Pedro cogitou de erguer tendas para que eles as habitassem, ali mesmo no monte Tabor.

Jesus, após Sua morte infamante na cruz, apresentou-Se aos Apóstolos e aos discípulos variadas vezes, em ambientes fechados e ao ar livre, demonstrando que prosseguia vivo.

Os que morrem continuam vivendo, no mundo que lhes é próprio, o espiritual, que somente não detectamos pela grosseria de nossa visão material. 


A prova de que prosseguem vivos a temos nos sonhos em que com eles nos encontramos, trocamos confidências, amenizamos as saudades. 


Jesus, o Mestre excelso, provou mais de uma vez que a morte é uma ilusão.

Essas são as experiências individuais de todos nós.

Apesar de tudo, a saudade se alonga nos dias, tanto mais forte quanto mais se demoram os meses e se amontoam os anos.

Por isso, somente a oração pode lenificar a longa saudade. Quando oramos a Deus pelos que partiram, eles nos sentem as vibrações, quais se fossem abraços de carinho e na mesma intensidade, os retribuem,
pelos fios do pensamento.


Um dia, logo mais, haveremos de nos reencontrar na Espiritualidade, quando transpusermos os umbrais da morte. Então, diremos adeus aos que permanecem, para recebermos um olá, você chegou! Dos que nos precederam e nos virão receber no portal da tumba.

DEFINIÇÕES DA VIDA


Verdadeiro amor que vi,
Afeição alta e sincera,
Dá tudo o que tem de si,
Mas, nunca troca, nada espera.

A liberdade, a preceito
Segundo reta medida,
Tem o tamanho perfeito
Da obrigação bem cumprida.

Quem sabe de muita história
Dos muitos erros de alguém,
Tem sempre fraca memória
Em torno às faltas que tem.

Verás um dia: pedrada,
Injúria e ofensa de alguém,
Se apareceu no caminho
Foi só para nosso bem.

A calúnia ao nos ferir
Um nobre símbolo encerra:
- É uma força a nos servir,
Como a enxada ajuda a terra.

Quem perde o ouro que tem
Pode achá-lo em novo estudo;
Mas, quem perde a fé no bem,
Realmente perdeu tudo.

Ventura total na vida?
Nunca soube responder,
Há muita dor escondida,
Atrás de qualquer prazer.

Questões de felicidade,
Elevação e progresso?
Saber esperar servindo
É o segredo do sucesso.

Quando o pior aconteça
Nos encargos a cumprir,
Não te afastes do trabalho,
O melhor é persistir.

AUTORES DIVERSOS - DO LIVRO "RUMOS DA VIDA" - FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

TRATAMENTO E DESTINO


Que o destino pode ser tratado, não há dúvida. E com palavras resumidas, ser-nos-á possível encontrar a chave de semelhante providência, nos exemplos simples da vida.

No processo curativo, o campo doente para mostrar-se recuperado solicita a renovação das células.

Na higiene, o foco enfermiço deve ser extinto, em auxílio à saúde geral.

Na área das construções, esse ou aquele trecho comprometido reclama completo refazimento.

Em agricultura, o escalracho será erradicado para que a lavoura nobre venha a surgir.

Igualmente na vida, êxito e melhoria nascem de comportamento e rumo, tanto quanto rumo e comportamento para o bem e para a felicidade dependem de nossos pensamentos.

Pensamentos positivos em matéria de consciência tranqüila, limpeza de intenções, reajuste de maneiras e supressão de hábitos inferiores são suportes indispensáveis para a edificação de vida melhor.

Pense e fará o que pensa.

Faça e você será aquilo que faz...

ANDRÉ LUIZ
(Do livro " Buscas e Acharás", FCXavier, Edição IDEAL)
TRANQUILIDADE



A palavra do CRISTO está sempre fundamentada  no espírito de serviço, A fim de que os discípulos 
não se enganem no capítulo da TRANQUILIDADE.

De maneira geral, os aprendizes do Evangelho aguardam a PAZ,  onde a CALMA reinante nada significa além de estacionamento por vezes delituoso.


No conceito da maioria, a segurança reside em garantia financeira, em Relações prestigiosas no MUNDO, em salários astronômicos.


Isso no entanto, é secundário, TEMPESTADES da NOITE costumam sanear a ATMOSFERA do DIA, angústias da morte renovam a visão falsa da experiência TERRESTRE.


Vale mais permanecer em dia com a luta que guardar-se alguém no descanso Provisório e encontrá-la, amanhã, com a dolorosa surpresa de quem vive defrontado Por fantasmas. 


A TERRA é escola de trabalho incessante, obstáculos e sofrimentos.


São orientadores da CULTURA, é indispensável, portanto, renovar-se a concepção Da PAZ, na MENTE do HOMEM, para ajustá-lo à missão que foi chamado a cumprir Na obra DIVINA, em favor de si mesmo.

Conservar a PAZ, em CRISTO, não é deter a paz do mundo, é encontrar o TESOURO Eterno de BÊNÇÃOS nas obrigações de cada dia, não é fugir ao serviço, é aceitá-lo Onde, como e quando determine a vontade dAquele que prossegue em ação Redentora, junto de nós, em toda a TERRA.
Muitos HOMENS costumam buscar a tranquilidade dos cadáveres,
mas o discípulo Fiel sabe que possui deveres
a cumprir em todos os instantes da existência.
Alcançando semelhante zona de compreensão,
conhece o segredo da PAZ em JESUS, com o máximo de lutas na TERRA,
para ele continuam batalhas, atritos,
Trabalho e testemunhos no PLANETA,
entretanto, nenhuma situação externa lhe Modifica a serenidade interior,
porque atingiu o LUMINOSO caminho da TRANQUILIDADE fundamental.

EMMANUEL ( Francisco C. Xavier ).