quarta-feira, 28 de agosto de 2013

DEVER DE EDUCAR...


Será sempre digno de nota o fato de os pais  conduzirem os filhos à escola de evangelização 
espírita infanto-juvenil. É muito acertado  agir assim. Os pais espiritistas precisam prestigiar o ensino espírita-cristão à infância. Há bons resultados com isso. Entre outros, o do entrosamento dos pequeninos
com o meio ambiente que lhes é próprio, onde travam conhecimento uns com os outros, estudando e aprendendo juntos, e possivelmente entrelaçando os primeiros laços de amizade entre si, com probabilidade de grandes e benéficas conseqüências para o futuro. Além disso, a presença dos responsáveis junto dos menores dá a ideia de coerência de atitude e noção de responsabilidade.

Não há como regatear aplausos aos pais que se dão a tão louvável gesto de orientação. Todavia, desejamos ressaltar que a freqüência da criança à escola de evangelização espírita infanto-juvenil, mesmo observando toda a assiduidade e revelando o melhor índice possível de aproveitamento, não prescinde da assistência e
orientação que lhe são devidas no lar, por parte desses mesmos pais que a levam aos recintos de aulas.
Pai e mãe, em sã consciência, não podem ser omissos no trabalho da educação espírita-cristã dos filhos.


Enquanto, na classe, toca aos evangelizadores a exposição teórica dos ensinamentos evangélico-doutrinários, ministrados metódica e sistematicamente, em suas gradações pedagógicas, no lar, cabe aos pais a demonstração prática, a vivência diuturna e real das lições, pelos exemplos que lhes cumpre dar, hora a hora, dia a dia, nos domínios da convivência.


Fora, os filhos se instruem e se ilustram; em casa, porém, é que eles verdadeiramente se educam.
Fora, eles ouvem o que devem fazer; em casa, eles vêem como se faz, por indução particular e pessoal, direta e própria, da conduta dos seus pais. 
Educação é tarefa essencialmente paterno-maternal, de caráter intransferível e inalienável. Esse princípio é de ordem geral e se estende a tudo o mais a que possamos recorrer,

em matéria de preparo, como programa de formação da personalidade, de modelação do caráter. Não há colégios, por mais modernizados e modelares, que possam fazer as vezes dos ambientes "

=Dr. José Carlos De Lucca=

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