quarta-feira, 19 de junho de 2013
O estudo do Espiritismo é uma necessidade premente - No prefácio da obra, Manoel P. de Miranda diz-nos que o estudo sistematizado do Espiritismo constitui hoje, e assim o será no futuro, “uma necessidade que não deve ser postergada sob qual for o motivo que, aparentemente, se apresente como justificado”.
“Ciência experimental e de observação -- assevera Miranda --, utiliza-se o Espiritismo de metodologia especial para penetrar no mecanismo dos fenômenos mediúnicos e da reencarnação, fenômenos naturais e universais , desse modo equacionando um sem número de questões que aturdem e envolvem incontáveis criaturas.”
A doutrina dos Espíritos, filosofia otimista, que resulta do estudo dos fatos, estrutura-se em postulados nobres e nos enseja larga cópia de conhecimentos, que podem ser apli-cados no comportamento do homem, alterando para melhor a sua existência e preparando-o para os cometimentos futuros.
“Fundamentado moralmente na ética sublime do Cristo -- afirma o autor --, é a religião do amor e da caridade, que se converte em superior conduta pessoal, reaproximando a criatura do Seu Criador, nesse inexorável fatalismo para o qual ruma, que é a felicidade.
Simples, nas suas colocações e esclarecimentos, exige meditação e análise, a fim de que o aprendiz adquira segurança de fé e lógica decorrente da razão, de modo a compreender as problemáticas da vida, desafiadoras, complexas, vencendo-as com equilíbrio, discernimento e paz.”
Manoel P. de Miranda refere-se à necessidade que tem o Espírito de armar-se de experiências iluminativas, através da reencarnação, para poder, quando delinqüir, retornar expiando e reparando, avançando sempre rumo à perfeição. Identificando e mostran-do-lhe as elevadas finalidades da vida, o Espiritismo conscientiza-o da necessidade do esforço pessoal constante, para superar as más inclinações que ele traz e trabalhar as aspirações nobres que devem transformar-se em realidades. (Considerações Espíritas, pp. 9 e 10.)
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