segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

NO RUMO DO ALVORECER



Término do processo biológico, a morte não significa o fim da vida.

Transforma-se a matéria,enquanto o ser espiritual prossegue,jornada afora,na inelutável experiência da evolução.

O fenômeno da morte é inevitável ocorrência da expressão orgânica.

A vida, todavia, não se encontra adstrita apenas ao impositivo celular,que se aglutina e se dissocia sem que constitua a realidade legítima.

O corpo é indumentária transitória com a finalidade específica de proporcionar ao espírito experiências e valores no relacionamento humano,em cujo labor aprimora conquistas relevantes, supera atavismos inferiores, alça-se ao amor em plenitude.

Natural que, periodicamente,graças ao desgaste espontâneo,fiquem os despojos físicos,enquanto outros equipamentos serão elaborados para futuras jornadas reencarnacionistas...

A morte, em consequência, é apenas interrupção da aprendizagem terrestre, no veículo carnal, projetando o educando em novas classes, na Universidade da vida.

Livro Otimismo,Cap. 56(fragmento)

Esp.Joana de Ângelis, médium Divaldo Pereira Franco

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